RESENHA: A
EVOLUÇÃO SÓCIO-HISTÓRICA DO JUDÔ:
PRIMEIRAS
APROXIMAÇÕES
Este artigo apresenta a evolução histórico-social do judô.
O judô como elemento da cultura corporal.
Esta pesquisa teve por objetivo elaborar uma proposta de
sistematização do judô como elemento da cultura corporal e conhecimento escolar
de educação física. Essa pesquisa apresentou uma proposta inicial do judô como
conhecimento escolar da educação física e para isso foi elaborado um documento
didático-pedagógico em forma de apostila sobre a evolução sócio-histórica do
judô.
A intenção foi proporcionar aos alunos uma compreensão
básica acerca de alguns dos aspectos históricos e sociológicos básicos da
construção do judô como elemento da cultura corporal humana.
Tratar do judô desde suas origens, abordando os fatores
sociais, políticos e econômicos que determinaram seu desenvolvimento histórico
até nossos dias e como exemplo podemos citar a luta típica da cultura nipônica
em esporte espetáculo, uma característica da cultura capitalista ocidental.
O judô e a prática social global da nossa sociedade, ou
seja, as relações que o judô mantém com a educação, com a saúde, com o lazer,
com o trabalho e com a economia.
A ideia é que os alunos tenham uma visão do mundo na qual
perceba a sua realidade como algo dinâmico e mutável, não somente ensinar as
técnicas do judô, mas sim sua história. O aluno deve entender a origem do judô
que vem do Jiu Jitsu, e não simplesmente dizer que foi criado da cabeça de um
único homem Jigoro Kano.
Acreditamos
que a grande maioria dos esportes estão sendo levados ao esquecimento de suas
origens e assim sendo utilizado como comércio ou negócios para a manutenção de
profissionais que esquecem de dar mais ênfase, de como o esporte e sua
metodologia deve ser utilizado no ambiente de ensino, lendo o artigo sobre a
evolução sócio histórica do Judô, observa-se que a maneira de como o esporte
chegou onde está hoje esta sendo esquecido, e o artigo através de seus autores tenta
resgatar o trato de conhecimento do judô partir de um projeto político
pedagógico que se entende como o lugar e espaço de mais importância social e de
hegemonia das classes para a
apresentação deste esporte. Também que o difícil acesso a materiais que indicam
a existência de atividades que utilizam o judô como um meio de princípios de
vida e estilos como fundamentos deixando
de ser alienante, pois além de praticar nas aulas os fundamentos ele sabe o porque
de realizar. E não somente ser o Judô uma forma de esporte espetáculo, tentando
levar isso dentro da educação, lazer, saúde, meios de comunicação, comércio e distinção
de gêneros. Também mostra a dificuldade de inserir como principio e não de alto
rendimento, comércio é por isso que devido a mudança entre as culturas e a
vinda do judô para o Brasil deve ser em nosso modo de visualizar a inserção dos
métodos de análise da história do esporte para a compreensão em todos os
sentidos e não seja o esporte uma maneira de defesa e ataque fora do estabelecimento
educacional.
Relatório da Aula de Lutas
Data: 04/09/12
Local: Faculdade Dom
Bosco
TEMAS:
Técnicas do Judô, Quedas, Rolamentos,
Projeções, Imobilizações.
Parte
Inicial
Alongamento:
Membros superiores e inferiores, em especial
a região do pescoço (cervical).
Aquecimento
Brincadeira da Tartaruga – Os alunos formam
um circulo em volta do tatame e se posicionam de joelhos, escolhe-se um
pegador, quando o pegador chegar perto é preciso ficar na posição de decúbito
dorsal com os pés e as mãos em direção ao teto não podem permanecer de decúbito dorsal, somente
quando o pegador estiver perto, se o pegador conseguir tocar no colega, antes
da realização do movimento ele também passa a ser pegador.
- Brincadeira da Aranha – Os alunos podem deslocar-se pelo tatame, o pegador terá que se locomover como uma aranha (mãos e pés no chão), quando pegar alguém (tocar com a mão na linha dos joelhos) este passa a ajudar ou seja transformando-se em uma aranha também.
- Brincadeira do Cachorro – Os alunos podem deslocar-se pelo tatame, o pegador tem que se locomover como um cachorro ( 6 apoios, mãos, pés, e joelhos no chão), só que agora para pegar ele precisa agarrar na região dos joelhos e derrubar o colega, conseguindo o colega passa a ser pegador também.
· Pegada Gola - Gola - em duplas, ficar de lado um para o outro,
fazer a pegada gola gola, sendo um com a mão direita e o outro com a mão esquerda,
ao sinal da professora a dupla deveria locomever-se e realizar o comando, Ex. (sentar,
deitar, ficar de joelhos, fazer cambalhotas sem desgrudar do colega).
·
Em duplas, um de frente para o outro, faz a
pegada gola gola e uma mão fica livre, ao sinal do professor vai correr,
sentar, fazer cambalhotas sem desgrudar do colega.
PARTE
PRINCIPAL
Quedas
·
Queda para frente – na posição com um joelho
no chão e uma mão no chão, joga o quadril, perna para frente realizando a queda.
·
Queda para frente e golpe com a mão e o braço
no chão – posição de joelhos e uma mão no chão e projeta o quadril para frente golpeia
o braço e a mão no solo.
·
Queda para frente em pé – na posição em pé apoia
uma mão no chão e realiza a projeção para a frente promovendo a queda.
·
Queda com o antebraço na Frente – posição de joelhos no
chão ou em pé, forma um triangulo (polegar com polegar e dedo indicador com
indicador afastando os cotovelos) realiza o movimento de queda, encostar o
antebraço e mãos ao mesmo tempo, não pode encostar a barriga no solo (tatame).
Projeção
de Solo
·
Passa guarda – Em duplas, um deitado com os
pés no abdômen do colega e com as pernas levantadas, mover os pés para o lado e
com as mãos tocar o abdômen do colega, seu parceiro de dupla ira resistir e não
deixar seu adversário se livrar de seu pé e toca-lo na região do abdômen.
Imobilização
(abração/Gatami)
·
O aluno na posição deitado (decúbito dorsal) o
colega deve passar o braço atrás do
pescoço do colega e a mão direita do que está no solo deve ficar imóvel
posicionando o antebraço abaixo da linha do cotovelo e tentar imobilizar o
colega. O que esta deitado tenta escapar da imobilização.
Saídas
1.
O aluno deitado e o outro sobre ele, vai
tentar sair, vai pegar na articulação do ombro, fecha o queixo e tenta sair,
fazendo trabalho de quadril também.
Abração em pé
·
Em dupla, um de frente para o outro, mãos
gola manga, a mão que esta na manga solta e tenta dar um abraço e projetar o
aluno para o chão, cai junto e tenta imobilizar.
Parte
final
·
Alongamento e explicações da professora.
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